INHOTIM, UM JARDIM BOTÂNICO-ARTÍSTICO

O maior museu do mundo a céu aberto, peças de arte em cada canto e um jardim que é a principal obra deste recinto

PUBLICADO A 26 DE FEVEREIRO DE 2020 | VIAGEM DE 12 A 13 DE SETEMBRO DE 2017

Faltava pouco para voltar a casa mas ainda consegui arranjar espaço para conhecer um dos lugares mais incríveis que este país tinha para me mostrar. Estou a falar do Instituto Inhotim que é o maior museu do mundo a céu aberto e exibe importantes peças de arte contemporânea.

Ao longo de 140 hectares que variam entre uma altitude de 700 e 1 000 metros, existem inúmeros espaços expositivos que se encontram espalhados pelos jardins muito bem conservados do parque. Dessa forma, o museu está dividido entre três percursos: o amarelo, o laranja e o roxo. Além dos jardins temáticos, é possível encontrar esculturas e galerias de arte pelo caminho.

Toda esta ideia de museu começou a ser idealizada pelo empresário Bernardo Paz com o intuito de acolher a sua colecção privada de arte. A colecção foi crescendo de tal forma que em 2004 tornou-se um dos mais deslumbrantes acervos contemporâneos abertos ao público. Além disso, a ideia passou por criar um jardim botânico que abriga espécies raras de todo o mundo que se fundem com os pequenos lagos e tornam este um lugar único no mundo. Inhotim é também um lugar que pretende fortalecer laços com a comunidade que a envolve. Por isso são muitas as actividades de cariz educativo e social que o instituto proporciona de modo a consolidar-se como um agente desenvolvimento humano sustentável.

Para cá chegar, tive de ir de Ouro Preto para Belo Horizonte e desde BH apanhar um outro autocarro para Brumadinho, uma pequena cidade com a qual Inhotim fortaleceu a sua relação no desenvolvimento social e cultural. Desde Brumadinho apanhei boleia do meu host que encontrei no Couchsurfing, o Ian, que me apanhou no terminal rodoviário, levou-me a sua casa para deixar a minha mochila e ainda me deu boleia para o museu.

Dia 1, A rota amarela:

Se eu visitei Inhotim, muito devo aos meus colegas do escritório em São Paulo que me motivaram muitas vezes a ir, dizendo sempre que era um lugar incrível e num dia podia não dar tempo suficiente para ver tudo. Assim sendo, e como já cheguei depois de almoço, reservei dois dias para visitar o museu. A entrada é 44 reais (22 se for estudante como era o meu caso por causa do visto) e à quarta-feira a entrada é livre (que foi o que aconteceu no meu segundo dia).

Comecei pelo percurso mais pequeno, o amarelo, onde estão muito obras condensadas que incluem galerias, jardins e esculturas que dão outro encanto aos espaços verdes.

Galeria Praça

Foi aqui que iniciei o percurso numa galeria junto à entrada do museu. Um espaço que se divide em dois: de um lado a mistura de cores nos quadro de Luiz Zerbini e do outro uma sala com várias colunas que entoam música clássica para darem as boas-vindas aos seus visitantes.

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Rivane Neuenschwander

Numa pequena casa rural, a mais antiga construção do museu, a obra de Rivane Neuenschwander expressa-se no tecto translúcido com o nome de Continente/Nuvem. Consiste na instalação de pequenas bolas de esferovite que se vão movendo aleatoriamente e criam formas idênticas ao movimento das nuvens.

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As galerias impressionam, é certo, mas não tinham o mesmo efeito se não estivessem rodeadas pelos incríveis jardins que preenchem o museu. A área de jardim é mesmo muito grande e no entanto são preservadas de maneira exemplar, além do espaço ser bastante limpo. Pelo meio, são enriquecidos por algumas obras de arte que animam o caminho.

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Galeria Mata

Um espaço que apesar de ser maioritariamente aberto para exposições temporárias, também contempla algumas obras feitas especialmente para esta colecção onde se destacam a Fissura de Sara Ramo ou o Jungle Jam do colectivo Chelpa Ferro.

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Galeria True Rouge

Em seguida, a poucos metros da Galeria Mata, a Galeria True Rouge destaca-se pela a obra de Tunga num emaranhado de redes presas no tecto com boiões de vidro e outros objetos com tons encarnados, numa tentativa de mostrar que a arte é multidisciplinar e está associada a outros ramos como a filosofia ou a literatura. Exuberante, é também a transparência do edifício que cria um perfeito contraste em relação à obra e providencia um dos lugares mais tranquilos do museu.

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By Means of a Sudden Intuitive Realization

Ao voltar ao percurso amarelo dou de caras com um iglô da autoria de um dos meus artistas favoritos, Olafur Eliasson, algo que nunca pensei encontrar neste lado do mundo. É um artista que tem como base do seu trabalho os elementos naturais e aqui não foi diferente. Este trabalho experimental associa os iglôs como se fossem nascentes de água a um jogo de luz que vai alterando a sua intensidade à medida que o tempo passa. Ia continuando pelo percurso traçado e cada canto deste parque ia surpreendendo pela sua beleza natural que emanava uma paz e tranquilidade que só nestes lugares mais remotos é que encontramos.

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Invenção da Cor, Penetrável Magic Square

À medida que fui andando no meio desta floresta, chegava a uma parte do percurso roxo onde primeiro estive na Galeria Marcenaria, um espaço dedicado a Victor Grippo que representa um lugar de trabalho com seis mesas de madeira e alguns materiais de trabalho.

Este foi um pequeno desvio que fiz até chegar à obra Magic Square de Hélio Oiticica. A palavra square tem dois significados diferentes que se podem associar à praça e ao quadrado. Foi com esse objectivo que o artista projectou esta obra, com várias paredes quadrangulares que variam a sua cor e criam espaços naquela praça, num espaço aberto junto ao lago de entrada do parque.

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Centro de Educação e Cultura Burle Marx

Na continuação do percurso que nos leva a Magic Square, podemos continuar até ao Centro de Educação e Cultura Burle Marx. Localizado na entrada do museu, este é um edifício premiado destinado a espaços de trabalho focados nas áreas das artes e educação ambiental que ainda possui uma biblioteca, ateliers para workshops, um teatro e um café.

No topo do edifício é possível observar a obra Narcissus Garden da artista japonesa Yayoi Kusama que apresenta cerca de 500 esferas de aço inoxidável a flutuar sobre um espelho de água, criando novas formas para a instalação que reflecte o céu, a água e a vegetação envolvente.

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Bisected Triangle e Espaço Igrejinha

Ainda nas margens do lago, destaca-se mais uma instalação, a Bisected Triangle de Dan Graham. Um pequeno pavilhão revestido com vidros espelhados que provocam distorções, faz um reflexão entre a arquitectura, o espaço envolvente e sobre o que é realidade e a imaginação.

Curiosamente, este é um dos lugares onde muitos casais fazem sessões fotográficas após o casamento, algo que também pode ser feito no Espaço Igrejinha. Próximo da recepção, este pequena igreja foi restaurada e aproveitada para estas ocasiões. O facto de estar muito perto de Brumadinho, permite ter acesso fácil a um lugar para pernoitar depois de uma grande festa.

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Galeria Adriana Varejão

Antes que o dia terminasse, aproveitei os últimos minutos no museu para visitar uma parte do percurso laranja, indo até à Galeria Adriana Varejão. A artista foi casada com Bernardo Paz, que tem aqui um espaço onde pretende exibir a abstração, a ruína ou o monocromatismo através de produções fotográficas, esculturas ou instalações.

O edifício funciona como um circuito, começando de baixo para cima, saindo na cobertura até chegarmos ao Desert Park, uma instalação de Dominique Gonzales-Foerster. É um espaço que representa quatro pontos de paragem de autocarro inspirados na arquitectura modernista de Brasília num campo de areia branca.

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Vandário

Como acontece ao longo do museu, são muitos os lugares que apresentam jardins temáticos. Não era de todo algo que fizesse muita questão de ver mas deparei-me com um espaço que reúne cerca de 350 orquídeas originárias do Sudeste Asiático e da Austrália. Todo este conjunto chama-se Vandário e está localizado junto ao lago mais a Poente do parque, um dos meus preferidos.

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O dia estava perto de chegar ao fim. Durante a semana o museu fecha às 16h30 e por isso não dava para ficar muito mais tempo… Fui para casa do Ian, onde conheci a sua família e ainda falamos a noite inteira de viagens, Couchsurfing, o Brasileirão e ainda vimos How I Met Your Mother.

Dia 2, A rota laranja e roxa:

Depois de passar a noite em casa do Ian, despedi-me dele e da sua família a seguir ao pequeno-almoço. Passei pouco tempo com eles mas deu para perceber que são gente impecável a quem agradeço muito por me terem recebido!

Cheguei pouco antes da hora de abertura (9h30) e já estava uma fila grande. Afinal era quarta-feira, e neste dia não se paga para entrar em Inhotim. Havia muitos grupos de escolas e muitos estrangeiros.

Para este dia, ia andar pelo caminho roxo e laranja que coincidem com as áreas mais elevadas e distantes de todo o museu. Estava um dia incrível e tinha tudo para dar certo!

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Galeria Doris Salcedo

O roteiro para este dia começou pela Galeria Doris Salcedo que se expressa através de trabalhos focados em contextos políticos e sociais. Nesta galeria, é possível encontrar um intervenção nas paredes brancas revestidas com um rede que se relaciona com a arquitectura dos campos de concentração e com segredos escondido nas grandes cidades.

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Galeria Miguel Rio Branco

Esta galeria pretende mostrar o trabalho do artista espanhol Miguel Rio Branco. As exposições de fotografia do autor mostram o lado menos bom da condição humana e reflecte momentos de tristeza, pobreza, prostituição e situações de precariedade. São imagens que podem ser um pouco chocantes (tecnicamente são incríveis!) que apenas revelam uma dura realidade.

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Galeria Claudia Andujar

Na Galeria Miguel Rio Branco existe um bifurcação que nos leva a dois lugares diferentes. No momento em que virarmos à direita, chegamos à Galeria Claudia Andujar que apresente um dos edifícios mais bonitos do museu com um revestimento exterior todo em terracota. No interior, são cerca de 500 fotografias expostas com o trabalho de Claudia Andujar que contam a história com o povo da Amazónia brasileira, nomeadamente da tribo indígena Yanomami.

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Doug Aitken

Por outro lado, se apanharmos a segunda opção da bifurcação, fazemos uma longa caminhada até ao ponto mais alto do parque: o Sonic Pavilion de Doug Aitken. É dos projectos mais ambiciosos em Inhotim. No interior do solo, a 200 metros de profundidade, instalaram-se microfones que captam o som da terra em tempo real para dentro de um pavilhão de vidro que nos permite ouvir aqueles sons no seu estado mais puro. O vidro do edifício acaba por focar a paisagem em certos pontos de modo a que consigamos associar um som da natureza aquela vista específica.

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Matthew Barney

Ao mesmo tempo, neste caminho há um pequeno desvio que nos leva a outra obra De Lama Lâmina de Matthew Barney. Representado por um domo geodésico em aço e vidro, este é um espaço que no interior recebe um tractor a segurar uma árvore branca que simboliza o contraste entre a destruição e a criação do meio ambiente.

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Galeria Cosmococa

Assim que terminei de almoçar, voltei ao percurso laranja e continuei a visita (ou pelo menos tentei) pela Galeria Cosmococa. Infelizmente não consegui entrar porque a fila era grande mas o espaço foca-se principalmente no trabalho experimental de Hélio Oiticica.

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Embrionário, Equilíbrio Armado e Elevazione

No percurso laranja é onde se destacam mais as esculturas de Inhotim. Para além de serem maiores, os espaços são mais abertos e por isso tem uma maior capacidade de se impôr no terreno.

Ao subir a colina, é possível encontrar de um lado as obras de Elisa Bracher: o Embrionário, representado por 13 toneladas de troncos que se cruzam e o Equílibrio Amarrado, um conjunto de blocos de mármore que formam um pequena torre. Do lado oposto, temos a Elevazione do italiano Giuseppe Penone, que retrata uma árvore levantada do solo pela sua raiz. A árvore parece real mas na verdade é de bronze e as outras árvores que a envolvem (essas são reais) também fazem parte da instalação.

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Beam Drop Inhotim e Beehive Bunker

Para que chegasse aqui, fiz mais um outro desvio ao percurso. O Beam Drop Inhotim é a recriação de uma obra realizada em Nova Iorque onde estão 71 vigas em cima de uma poça de cimento que como resultado final cria esta escultura gigante no alto de uma das montanhas de Inhotim.

Mais à frente, encontramos o Beehive Bunker que simula uma estrutura de defesa e pelo facto de estar num dos lugares mais altos de Inhotim faz com que se assemelhe a um posto de vigia. Para a sua construção foram usados 332 sacos de cimentos que foram dispostos em várias camadas alternadas para lhe darem uma maior consistência.

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Carlos Garaicoa

A primeira galeria onde entrei nesta zona do parque foi o espaço de Carlos Garaicoa com a obra Ahora juguemos a desaparecer (II). É um lugar escuro no interior que representa uma cidade com velas que mostram alguns dos pontos turísticos mais conhecidos de todo o mundo como a Torre Eiffel ou a Basílica de São Pedro. O conceito é muito interessante e faz pensar se todas as construções duram para sempre ou cada uma tem o seu tempo? Quando derretem por completo voltam a ser repostas. Será que isso também aconteceria na realidade?

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Piscina e Marilá Dardot

Junto ao espaço de Carlos Garaicoa, está um outro pavilhão com obras da artista Carrol Dunham com a representação de cinco pinturas de árvores que se referem à natureza de uma forma desordenada mas o que me fascinou mais ali perto foi a piscina. É mais uma obra de arte de Inhotim só que está, surpreendentemente, aberta ao público para quem quiser ir a banhos.

Mais para dentro do jardim, está uma pequena casa da artista Marilá Dardot  intitulada de A origem da obra de arte. Um espaço que para além de obra de arte é utilizado para actividades relacionadas com a jardinagem.

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Galeria Psicoativa Tunga

No fim do sector laranja, num lugar bastante escondido e isolado, está a Galeria Psicoativa Tunga. Muita gente diz que é das melhores galerias mas, pessoalmente, não gostei tanto. O trabalho de Tunga é incrível só que há muita coisa assustadora a acontecer naquele espaço.

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Viewing Machine

Ao voltar ao meu percurso, enquanto seguia para a entrada, passei pelo Viewing Machine de Olafur Eliasson. Esta obra funciona como um caleidoscópio e produz um reflexo nos espelhos no interior do tubo hexagonal. Aqui, podemos usar o “óculo” e direccioná-lo para qualquer ponto da paisagem mudando a sua percepção e o efeito visual gerado pelos espelhos.

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Valeska Soares

Por fim, a minha última paragem foi no espaço Folly de Valeska Soares. Esta casa com paredes espelhadas cria no interior um mundo de fantasia em que o espectador faz parte da dança projectada em vídeo nas paredes. O espaço localiza-se junto ao lago onde, curiosamente, também tinha acabado o meu roteiro do dia anterior.

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E assim passei mais um grande dia! Agora sim, confirmo que é mesmo necessário dois dias para ver tudo! Eu visitei em dia e meio e achei que algumas exposições vi muito rápido por ter tido receio de não chegar a todo o lado. Mesmo assim, só não vi duas ou três galerias porque a certa altura também já estava cansado.

Algumas dicas para quem visita Inhotim:

– Há algumas opções para almoçar no museu mas são muito caras, de maneira que aconselho a levar comida;
– Existem guias que podem acompanhar na visita às galerias;
– Para pessoas que não querem andar tanto, existem carros (como os do golf) que fazem o transporte de visitantes;
– Parece complicado organizarmo-nos num lugar recheado de monumentos mas o parque fornece um mapa legendado para nos situarmos e sabermos onde queremos ir.

Depois desta visita, fui à recepção buscar a minha mochila na hora de fecho do museu e apanhei um autocarro que sai do parque de estacionamento de Inhotim para Belo Horizonte. Em BH ainda ia apanhar um outro autocarro até São Paulo, onde ia passar dois dias antes de voltar a Portugal.

Enfim, as minhas aventuras pelo Brasil estavam a acabar… Olhando para trás, foram mais de 25 lugares em 7 meses e por isso só posso estar grato por esta grande oportunidade de ter conhecido um país que me surpreendeu sempre até ao último dia e que já nem tenho palavras para o descrever.

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Autor do projecto Num Postal, arquitecto de profissão, fotógrafo nas horas vagas e apaixonado por viagens. Criei o blog para que não me escape nada das minhas aventuras pelo mundo, para partilhar com os outros e para eu reviver cada uma destas experiências! Depois de viver uma temporada no Brasil, percebi que há todo um universo lá fora para descobrir e desde então nunca mais parei de ir à procura de lugares desconhecidos.

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