RIGA, DESCONHECIDA E SURPREENDENTE

A maior concentração de Art Nouveau no mundo, uma praia tão perto com bancos de jardim e as combinações de história e natureza que são reflexo de um país

PUBLICADO A 9 DE MAIO DE 2020 | VIAGEM DE 3 A 4 DE SETEMBRO DE 2019

Este foi daqueles lugares que nos traziam mais incertezas porque Riga ainda é uma cidade desconhecida e (felizmente) tarda em ser atingida pelo turismo em massa. A cidade está localizada às margens do Rio Duína Ocidental e asua tranquilidade reflecte-se nas ruas estreitas e vazias do seu centro histórico que foi declarado Património da UNESCO, onde além dos seus edifícios com mais de 800 anos de vida, é também notável pela sua arquitectura Art Nouveau.

Mas nem tudo foi um mar de rosas ao longo da história… A Letónia foi um país que por mais de 700 anos esteve ocupada por alemães, suecos e russos e mesmo que Riga tenha alcançado a sua autonomia em 1918, o país ainda fez parte da União Soviética e só em 1991 é que obteve a sua total independência.

Mesmo desconhecida, é a capital mais populosa dos bálticos à qual chegamos a partir de Talin, numa viagem de autocarro que demorou 4h30. A viagem fica marcada pela serenidade dos prados verdes e do Golfo de Riga que de vez em quando invadia a paisagem, transparecendo um ambiente calmo que contrastava com a chegada a Riga, onde saímos no terminal rodoviário. Aqui as redes de transporte confluem para o mesmo ponto (autocarros, comboios e eléctricos) e ficam alguns dos centros comerciais da cidade e zonas hoteleiras. Nesta área também encontramos o nosso hostel que tinha duas particularidades: em primeiro era um edifício de cerca de 5/6 andares em que cada piso era um hostel diferente e em segundo tinhamos de entrar num restaurante McDonald’s para aceder ao edifício.

Já era tarde e por isso não nos arriscamos em grandes aventuras. Ficamos no hostel a recuperar para o dia seguinte ainda fizemos um amigo italiano que estava a viajar desde Berlim até Talin de bicicleta.

Dia 1, O pequeno centro histórico:

No primeiro dia em Riga tinhamos o objectivo de conhecer o centro histórico e numa cidade em que não sabíamos o que íamos encontrar, não havia melhor forma de a conhecermos sem fazermos um Free Walking Tour.

Parque Bastejkalna

Ao entrarmos no centro histórico, tivemos de passar por um parque que funciona como uma muralha que divide a cidade antiga da zona mais moderna. Pelo meio do parque atravessa um canal de água que dá outro encanto ao lugar e onde é possível fazer passeios de barco. Logo depois do parque, chegamos à parte antiga da cidade onde se começam a sentir as ruas mais apertadas e as influências germânicas e soviéticas.

Riga, desconhecida e surpreendente_Num Postal
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Rīgas Svētā Pētera baznīca

(Igreja de São Pedro)

Umas maiores influências estrangeiras é a Igreja de São Pedro. Acentua logo a diferença pela sua construção em tijolo, algo pouco habitual para edifícios com um carácter religioso. A igreja foi construída em 1209, inicialmente tinha sido construída em madeira, num período que coincidiu com a permanência dos primeiros germânicos na cidade. Acontece que durante decorria a Segunda Guerra Mundial houve um incêndio que reformulou a sua estrutura que desde então se mantem até aos dias de hoje.

Este é um dos edifícios mais altos da cidade com 70 metros de alturas e na década de 70 foi mesmo instalado um elevador que nos permite ter uma panorâmica da capital. Foi também neste ponto que iniciamos o Free Walking Tour.

Riga, desconhecida e surpreendente_Num Postal
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Casa dos Cabeças Negras e Ratslaukums

(Praça da Câmara Municipal)

Em seguida fomos para a Praça da Câmara Municipal de Riga que é um dos espaços públicos com mais afluência da cidade e onde está instalado um dos principais cartões de postal: a Casa dos Cabeças Negras. Na verdade, são dois edifícios de cor salmão que foram erguidos para a Irmandade dos Cabeças Negras uma associação de comerciantes armadores e estrangeiros. Sofreu consequentes ataques pela guerra e pelos soviéticos ao longo do tempo mas actualmente mantem-se fiel ao modelo original, tendo no seu interior um museu que pode ser visitado diariamente.

Riga, desconhecida e surpreendente_Num Postal
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Doma Laukums e Rīgas Doms

(Praça da Catedral e Catedral de Riga)

Riga afigurava-se como uma cidade muito pequena e de um momento para o outro estávamos novamente em mais um largo. Desta vez na Praça da Catedral de Riga, uma igreja protestante construída em 1211 que é considerada a maior igreja medieval dos países bálticos. Ainda tentamos entrar mas entrada não é propriamente barata (10€).

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Continuamos o nosso roteiro e seguimos pelas ruas da cidade, umas mais apertadas que outras e os edifícios iam apresentando cores e formas que estão associadas às várias épocas em que foram construídos. Perdermo-nos nas ruas e explorando cada canto da cidade é a melhor forma de apreciar os detalhes e descobrir novos cenários de um lugar que nos ia surpreendendo cada vez mais.

Riga, desconhecida e surpreendente_Num Postal
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Zviedru vārti

(Portão Sueco)

Entre ruas e ruelas descobrimos algo que não vemos nos roteiros mais conhecidos: o Portão Sueco. Esta entrada faz parte de um edifício em pedra que foi construído como uma parte do muro de Riga. Composto por uma passagem com arco no topo, ganhava ainda mais uma dimensão celestial com o som da arpa que saía do seu interior.

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Casa dos Gatos

Por outro lado, um dos edifícios mais mediáticos que era o que se seguia no nosso roteiro é a Casa dos Gatos. Destaca-se pelo seu tom amarelado num estilo Art Nouveau com dois gatos no topo da cobertura e muitas são as histórias em relação aos animais. A mais viável é a de que o dono viu rejeitada a sua adesão à câmara do comércio e por isso mandou fazer as esculturas com as caudas levantadas para a sede da câmara, que revoltada com o insulto determinou que os gatos fossem colocados na posição em que se encontram actualmente.

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Līvu laukums

(Praça Livu)

Num dos limites da Casa dos Gatos está uma das praças que mais gostei da cidade, a Praça Livu. Para mim é o perfeito exemplo que reflecte um pouco que se passa na cidade pela sua tranquilidade, as cores, as formas e as várias épocas construtivas que podemos encontrar num espaço tão pequeno.

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Brēmenes muzikanti

(Músicos de Bremen)

Estavamos a voltar para junto da Igreja de São Pedro, o que queria dizer que o tour estava a terminar. Indo pela Rua Skārņu, deparamo-nos com uma pequena feira de produtos locais e no meio, junto à igreja, temos a estátua dos Músico de Bremen, representandos por um burro, um cão, um gato e um galo, todos nas costas uns dos outros. Este foi um presente de Bremen, cidade irmã de Riga. Os quatro animais tratam uma história dos Irmãos Grimm em que depois de um vida de trabalho em que são maltratados pelos donos, os animais decidem fugir para alcançar a liberdade em Bremen e tornarem-se músicos. Esta estátua existe também na cidade de Bremen mas em Riga acaba por ter uma outra abordagem mais bem-humorada em relação aos estereótipos políticos anteriores.

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Mercado Central de Riga

No fim do tour há sempre dúvidas e conselhos que pedimos aos guias que nos acompanham. Uma delas foi a visita ao Mercado Central onde paramos para almoçar com alguns dos pratos mais típicos e uma variedade gigante de produtos. Para além do edifício principal que tem o mercado propriamente dito, existem ainda outros espaços com restaurantes e lojas de doces locais ou então as tendas no exterior com a venda de roupas, fazendo deste espaço um dos maiores mercados da Europa.

Riga, desconhecida e surpreendente_Num Postal
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Academia de Ciências da Letónia

Perto do mercado está o imponente edifício da Academia de Ciências da Letónia, a principal associação de cientistas do país. É dos edifícios mais altos da cidade com 108 metros de altura e mesmo que não dê para ir até ao topo, é possível subir até à varanda do 17º andar para desfrutar da paisagem.

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Torre da Pólvora

Voltamos ao centro histórico onde apesar de termos visto uma boa parte da cidade ainda havia lugares para completar a nossa visita. No caminho encontramos uma torre cilíndrica em tijolo, a Torre da Pólvora, que fez parte do sistema defensivo de Riga e depois de ter sido reestruturada foi incluída no Museu da Guerra da Letónia.

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Rīgas Pils

(Castelo de Riga)

Logo que chegarmos à outra extremidade da cidade antiga, alcançamos o Castelo de Riga, junto às margens do Rio Duína Ocidental. Quando ouvimos falar em Castelo, vem à cabeça as torres e muralhas em pedra, que era tudo o que não tinha este edifício. Aliás, se eu não soubesse o que aquilo era, provavelmente nem o tinha identificado como Castelo… Mesmo assim, o edifício é interessante e já ganha destaque nem que seja pela diferença.

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Trīs Brāļi

(Três Irmãos)

De regresso ao centro entre as ruelas, passamos por três dos edifícios mais característicos da cidade, não fossem eles também dos mais antigos. São as três casas que se denominam de Três Irmãos pelas parecenças óbvias, embora tenham sido construídos em três períodos diferentes da história (no século XV, meados do século XVII e fim do século XVII).

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Monumento da Liberdade de Riga

A esta altura estávamos a voltar para os jardins da cidade, mais propriamente ao Monumento da Liberdade de Riga, um símbolo da independência do país que honra os soldados que deram a vida durante a Guerra da Independência da Letónia. Neste ponto encontra-se também uma das principais vias que liga o bairro de Art Nouveau até ao centro histórico de Riga.

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Ópera Nacional da Letónia

Como referi no início, Riga é uma cidade pequena e por isso chegamos a meio da tarde sem qualquer no programa para fazer. Foi assim que chegamos à Ópera Nacional, um edifício clássico bem presente no Parque Bastejkala para fazer um tour sobre a Art Nouveau da cidade.

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Art Nouveau em Riga

Este tipo de arquitectura está muito presente na cidade, sendo que um terço dos edifícios no centro de Riga fazem parte desta categoria, tornando Riga a maior concentração de Art Nouveau no mundo.

O maior aglomerado de edifícios nem está presente na cidade antiga mas ali conseguimos ter uma noção de alguns exemplos de Art Nouveau neoclássico, que apesar ser o estilo menos representado é possível encontrá-lo na sua maioria em edifícios bancários.

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Elizabete iela

(Rua Elizabete)

Uma grande parte dos edifícios Art Nouveau datam do período entre 1904 e 1914 e a primeira categoria pertence ao Ecletismo com edifícios de fachadas rítmicas compostos de elementos decorativos que se faziam sobressair. A Rua Elizabete é uma das duas grandes referências na cidade, possuindo uma influência estrangeira muito forte da Alemanha e do simbolismo contemporâneo.

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Alberta iela

(Rua Alberta)

O outro exemplo e a maior referência de Art Nouveau é a Rua Alberta. Nesta rua é possível encontrar um fileira notável de edifícios que foram projectados na sua maioria por Mikhail Eisenstein, um arquitecto russo que foi um dos principais impulsionadores deste estilo artístico em Riga, aproveitando a expansão económica e consequente ampliação da cidade para se destacar na projecção destes edifícios. No entanto, esta rua pode ser ter o seu mediatismo mas os seus edifícios nem são dos mais representativos da Art Nouveau em Riga.

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Museu Art Nouveau

Por fim, para concluir a nossa passagem pela Rua Alberta, encontramos o Museu Art Nouveau. É um edifício de 1903 que foi a casa particular do arquitecto letão Konstantīns Pēkšēns e funciona com um dos melhores exemplos de Art Nouveau. Ali é possível visitar o interior da antiga habitação onde se destacam as pinturas de paredes e os móveis da época.

Não deu para visitar o museu porque estava a fechar mas ainda conseguimos observar a escada em espiral à entrada que é incrível e uma das referências mais excêntricas da Art Nouveau na Europa.

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Catedral da Natividade de Cristo

Apesar de Riga ser uma cidade pequena, foi dos dias que mais andamos em toda a viagem. Não nos arrependemos mas a certa altura achamos por bem voltar para o nosso hostel.

Pelo caminho encontramos a Catedral da Natividade de Cristo, uma igreja ortodoxa construída em Riga no período da ocupação russa no país e é uma das maiores catedrais ortodoxas nos países Bálticos.

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À noite na cidade

No hostel voltamos a ter a companhia do nosso amigo italiano, com o qual fomos jantar e dar uma volta à noite pelo centro histórico. Não sei se era por estarmos a meio da semana mas parecia que a cidade era muito parada, o que por um lado é normal… Dessa forma, tornava-se um lugar muito diferente com um silêncio estonteante que me fazia gostar cada vez mais de Riga. Aproveitamos também o momento para andar junto ao rio onde na paisagem se destaca o edifício da Biblioteca Nacional da Letónia.

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Dia 2, Um salto até à praia:

Ao segundo dia na cidade queríamos mesmo relaxar e por isso fomos até à região de Jurmala, onde se encontram as praias. Era já o sexto dia de uma viagem que estava a ser muito intensa devido às inúmeras actividades a que nos propusemos e então decidimos ir para um lugar onde pudéssemos respirar um pouco a brisa do mar.

Jurmala

Localizada a cerca de 20 minutos de comboio de Riga, extende-se ao longo de 32 quilómetros entre o Golfo de Riga e o Rio Lielupe. Para visitar a cidade podíamos sair numa de quatro estações de comboio: Bulduri, Dzintari, Dubulti ou Manjori. Nós preferimos ficar nesta última estação para estarmos mais perto do centro da cidade.

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Jomas iela

(Rua Jomas)

Jurmala é um lugar muito organizado, com uma malha urbana de ruas completamente ortogonais entre si onde se destaca a rua principal, a Jomas iela. A sua importância é ainda maior pelo facto de estar mesmo à saída de uma das estações de comboio e a extensão de mais de um quilómetro diz bem da grandeza desta cidade. Nesta rua temos também a possibilidade de nos inspirarmos na Art Nouveau através das casas requintadas em madeira.

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Dzintaru mežaparks

(Parque Florestal de Dzintari)

No fim da rua principal somos confrontados com uma densa vegetação onde se desenvolve o Parque Florestal de Dzintari. O parque está equipado com vários percursos, pistas de arborismo e recintos para a prática de skate mas nada se destaca tanto como o observatório com os seus 36 metros de altura que nos permite ter uma vista panorâmica de 360º no seu ponto mais alto.

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Praia de Jurmala

Apesar das grandes tradições de Art Nouveau no centro da cidade, esta é uma área onde já vai havendo uma modernização que se nota ao nível das construções mais periféricas. No caminho para a praia, era raro o edifício que não tivesse menos que dois anos… São casas que aparentam ser de férias e estão muito bem estimadas entre a densa florestação que se abre para ao mar.

O tempo não estava nada de mais mas eu tinha de fazer o check de tomar um banho no Golfo de Riga. Além da profundidade ser muito baixa (andamos bastante e mesmo assim a água não subia para cima do joelho), os níveis de sal são tão poucos ou quase nenhuns que ao sair da água até nos sentimos mais leves.

Este lugar é uma continuidade dos parques que se escondem por trás das árvores e ali até encontramos bancos de jardim para admirarmos o mar.

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Depois de um bom passeio pela praia voltamos até à Rua Jomas que era o nosso ponto de referência na cidade. Ainda almoçamos em Jurmala mas rapidamente tivemos de voltar até Riga porque não podíamos parar e um outro destino chamava por nós.

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Um desvio que valeu a pena!

De toda esta viagem, Riga foi a cidade que mais me impressionou pela positiva. Para além do que tinha visto no mapa, pouco ou nada sabia da cidade e por isso revelou-se um lugar especial com uma grande ligação entre a própria cultura e a natureza com a sua história, um reflexo de um país que vive uma época de paz depois de se ter libertado da União Soviética. No entanto, era altura de partir para sul rumo à Lituânia, mais concretamente a Vilnius, para a qual nos deslocamos em mais um dos incríveis autocarros da Lux Express.

Um dia (uma amanhã até…) foi suficiente para visitar um centro histórico com características únicas. Mesmo assim, aos poucos fui-me apercebendo que a Letónia é muito mais que a sua capital. Além de Jurmala com a sua incrível praia, existem muitos outros pontos que são facilmente acessíveis a partir de Riga como os parques naturais, castelos, aldeias que preservam algumas das tradições mais antigas do país e a cascata mais larga da Europa.

São destinos como este que tornam qualquer viagem muito mais enriquecedora e é por isso que me irei lembrar sempre de Riga com uma grande satisfação, daquele que é o verdadeiro núcleo de um país pequeno com tanto para descobrir.

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Autor do projecto Num Postal, arquitecto de profissão, fotógrafo nas horas vagas e apaixonado por viagens. Criei o blog para que não me escape nada das minhas aventuras pelo mundo, para partilhar com os outros e para eu reviver cada uma destas experiências! Depois de viver uma temporada no Brasil, percebi que há todo um universo lá fora para descobrir e desde então nunca mais parei de ir à procura de lugares desconhecidos.

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