TALIN,
O PORTO ENCANTADO

A cidade medieval mais bem preservada da Europa, a farmácia mais antiga do mundo e um conto de fadas na vida real

PUBLICADO A 7 DE MAIO DE 2020 | VIAGEM DE 1 A 2 DE SETEMBRO DE 2019

Foi desta forma que iniciamos o nosso percurso nos países Bálticos com a chegada a Talin. É um lugar muito moderno mas que até é mais conhecido pelo seu centro histórico que se destaca pelas torres que compunham a antiga muralha da cidade, transportando-nos de volta à Idade Média. É por isso normal andar pelas ruas e encontrarmos pessoas com vestes antigas que nos fazem sentir como se estivéssemos num conto de fadas.

A cidade tem um aspecto muito homogéneo com tons claros onde se destacam o branco e o amarelo que juntamente com as pedras dos edifícios mais antigos dão uma leveza que se reflecte na tranquilidade das ruas que na sua maioria são interditas à circulação automóvel.

Sobre o país em si, a Estónia era um dos países da antiga União Soviética, que apenas se tornou autónomo em 1918 e então é de notar algumas influências desse período que são mais visíveis nos templos ortodoxos que compõe a cidade. Existe também uma ligação histórica aos países nórdicos, nomeadamente, Finlândia, Suécia e Dinamarca, que estão presentes na organização das ruas e dos edifícios da capital.

A chegada a Talin foi feita num grande navio de cruzeiros que apanhamos desde Helsínquia. A viagem foi muito tranquila e paramos num porto que fica perto do centro histórico, tendo feito um percurso de cerca de 20 minutos até ao hostel, perto daquela parte da cidade. Instalamo-nos já de noite com o intuito de acordarmos cedo para no dia seguinte e repousarmos depois de uma viagem de 3h30 de barco.

Dia 1, Centro adentro:

O sol raiou e tivemos a sorte de nos depararmos com um dia incrível sem qualquer nuvem no céu e com muito calor no ar. O objectivo para este dia era conhecer o centro histórico e havendo muitos pontos para visitar, não tardarmos em abandonar o hostel de manhã cedo.

Viru Varavad

(Portões de Viru)

Se era para entrarmos no centro histórico em grande, tinhamos de atravessar pela entrada principal da cidade antiga: os Portões de Viru. Esta passagem é marcada pela torres circulares com coberturas icónicas que são um exemplo do que podíamos esperar desta cidade. Esta rua de entrada na cidade antiga, é também uma das mais movimentadas.

Esta rua de entrada na cidade antiga, é também uma das mais movimentadas. Para além do portão que é muito chamativo, são alguns os restaurantes e esplanadas que ali se encontram, assim como as várias floristas que se instalaram ao longo da rua e que por vezes estão abertas 24 horas por dia.

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Hellemani Torn

(Torre Helleman)

São muitos os recantos que nos fazem perder ao longo do centro histórico. O primeiro foi a torre Helleman, na qual podemos subir até uma plataforma que nos permite ver a cidade de outra perspectiva. Chegamos por uma rua que tinha uma pequena feira com artigos locais mas nesta altura do dia a torre ainda estava fechada. Não nos preocupamos porque são muitos os lugares que nos permitem usufruir destes miradouros para a capital e certamente íamos ter uma nova oportunidade.

Talin, o porto encantado_Num Postal
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Katariina Käik e Meistrite Hoov

(Passagem de Santa Catarina e Praça dos Artesãos)

No caminho para a torre passamos pela Katariina Käik (passagem de Santa Catarina) que é um dos percursos mais queridos dos turistas. De seguida, fomos ao encontro do Meistrite Hoov (Praça dos Artesãos) enquanto andávamos pela cidade. Estes são apenas dois dos lugares onde não encontramos uma grande afluência turísticas e preservam algumas das tradições medievais mais antigas, principalmente no Meistrite Hoov onde é possível observar o trabalho feito pelos artesãos.

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Raekoja Plats e Tallinna Raekoda

(Praça da Prefeitura e Prefeitura de Talin)

A certa altura tinhamos chegada à Raekoja plats, a praça principal que juntamente com a Tallina raekoda são um dos cartões de postal da cidade. Entretanto íamos encontrando uma simplicade e um lugar tão bem preservado que ninguém diria que estaríamos numa das cidades medievais mais antigas da Europa. Não é só das mais antigas como uma das mais preservadas e foi por isso que o seu centro histórico recebeu em 1991 o título de Património Mundial da UNESCO.

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Raeapteek

(Farmácia da cidade)

Junto à praça principal está a Raeapteek, a farmácia mais antiga da Europa com mais de 600 anos de história, opera nas mesmas instalações desde sempre. É um espaço que atrai visitantes mais pela sua longevidade do que outra coisa mas nem por isso deixa de ser interessante perceber os vários métodos antigos que são exibidos numa sala-museu.

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Püha Vaimu Kirik

(Igreja do Espírito Santo)

Por trás da farmácia está uma das igrejas mais bem escondidas da cidade. A Igreja do Espírito Santo é luterana do tempo medieval e, à semelhança do que já tinha encontrado em Helsínquia, apresenta um aspecto muito simples e minimalista, sem qualquer tipo de ornamento no interior ou exterior do edifício porque era uma das razões usadas para que os crentes se concentrassem nas suas orações.

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Niguliste Kirik

(Igreja de São Nicolau)

Estávamos a caminho do ponto de encontro para o Free Walking Tour e chegamos a um parque onde está inserida a Igreja de São Nicolau. Apesar de ter sido parcialmente destruída durante a Segunda Guerra Mundial, foi desde então restaurada e ocupada por um Museu de Arte com a principal arte eclesiástica desde a Idade Média.

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Vabaduse Väljak e Kiek in de Kök

A primeira paragem do tour foi na Praça de Liberdade, um espaço amplo com um centro comercial subterrâneo que se destaca pela Coluna da Vitória, um objecto comemorativo da Independência da Estónia.

Este foi apenas um meio para começarmos a contemplar uma parte da muralha onde se destaca a Kiek in de Kök, uma torre de artilharia onde é bem visível as marcas das bolas de canhão embutidas nas paredes. Actualmente, a torre e os seus túneis usufruem de uma exposição sobre a história de Talin e de arte contemporânea.

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Aleksander Nevski Katedraal

(Catedral Aleksander Nevski)

Logo depois, na zona Poente da muralha, chegamos a um lugar que constitui um morro a uma cota mais alta onde de repente surgiu a primeira aparição ortodoxa com a Catedral Aleksander Nevksi, construída no período em que a Estónia pertencia ao Império Russo.

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Castelo de Toompea

De frente para a catedral está o Castelo de Toompea onde funciona actualmente o Parlamento da Estónia. Na fachada principal parece um edifício simples como tantos outros mas é no seu tardoz que apresenta um carácter mais medieval onde está Pink Hermann, a torre que se destaca com a bandeira do país.

A bandeira nacional tem desde já alguma história porque foi pela primeira vez exibida na Associação de Estudantes da Universidade de Tartu no final do séc. XIX mas só mais tarde, em 1918, é que foi adoptada de uma maneira formal. É claro que entre as invasões soviéticas e os problemas da Segunda Guerra Mundial foram muitas as tentativas de tornar este um símbolo oficial do país que só aconteceu em 1989 quando a Estónia adquiriu total independência. Até lá a bandeira permaneceu sempre escondida estando desde então de volta à Pink Hermann.

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Toomkirik e Stenbocki maja

(Catedral de Santa Maria e Casa Stenbock)

Ainda neste morro, antes de chegarmos aos principais miradouros para a cidade, passamos pela Catedral de Santa Maria, a igreja mais antiga de Talin que era originalmente católica e posteriormente passou para a Igreja Evangélica Luterana como tantas outras nesta região.

De seguida e antes de chegarmos ao primeiro miradouro, passamos pela Stenbocki maja que é um dos edifícios neoclássicos mais importantes de Talin e constitui a sede oficial do governo da Estónia.

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Patkuli Vaateplatvorm

(Miradouro Patkuli)

Entre as ruas estreitas que iam começando a aparecer, lá chegamos ao primeiro miradouro. Aqui conseguimos ter uma panorâmica para a baía e percebemos bem quão plana é a cidade, sendo isto um pequeno reflexo do que se passa no resto do país. A Estónia em geral, como acontece também nos outros países do báltico, é mais conhecidas pelas suas planícies e para termos uma noção a cota mais alta do país atinge pouco mais de 300 metros de altitude.

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Kohtuotsa Vaateplatvorm

(Miradouro Kohtuotsa)

O segundo miradouro do dia, muito perto do primeiro, apanha o lado poente da cidade onde temos uma perspectiva diferente para o centro histórico.

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Lühike Jalg

Ao abandonarmos a colina de Toompea de volta para a praça principal, optamos por escolher um caminho diferente e seguimos pela Lühike Jalg, uma rua muito estreita e íngreme que de um momento para o outro fica completamente lotada. Íamos à procura de um lugar para almoçar e já sentíamos uma diferença grande em relação à parte da manhã quando começamos o nosso roteiro.

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Snelli Park e Kloostri värav

(Parque Snelli e Portão do Mosteiro)

No centro da cidade temos os lugares mais caros para comer e mesmo assim ainda são em conta se compararmos com os preços de Helsínquia. Logo a seguir voltamos à colina de Toompea onde apanhamos um caminho que vai dar ao Parque Snelli e nos permite ter uma perspectiva diferente da muralha antiga da cidade, seguindo sempre por um trilho de terra batida. Todo este percurso levou-nos a uma das entradas mais conhecidas da cidade: o Portão do Mosteiro, um grande arco acompanhado pela torre cilíndrica (mais uma…) é o ponto de partida para percorrer mais uma das galerias da muralha.

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Torre Eppingi

Estavamos na zona Poente da muralha, uma das mais bem preservadas e com mais visitas para “oferecer”. Isto porque em todas as torres se paga nem que seja um mísero 1€ para entrar onde quer que seja. Mesmo assim, continuamos sempre junto à muralha pela Rua Laboratooriumi entre ruas muitos estreitas mas sempre com um pouco de história para contar.

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Paks Margareeta

(Torre Margarida Gorda)

Ao percorrermos a cidade junto à muralha, haveríamos de ir dar à entrada Norte para o centro histórico. Aqui encontramos uma das torres com maior expressão: a Paks Margareeta. Este era o primeiro ponto para proteger a cidade dos invasores que chegavam por mar e como tal é bem visível as marcas de guerra que se reflectem no edifício da torre. Actualmente, os seus 25 metros de diâmetro abrigam as exposições do Museu Marítimo da Estónia.

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Oleviste kogudus

(Igreja de São Olavo)

Apesar do cansaço que já se fazia sentir, é impossível ficar indiferente ao charme tão simplista de Talin! O tempo ajudou, é certo, mas naturalmente a cidade emana uma beleza muito própria.

Enquanto continuávamos o nosso passeio, deparávamo-nos com a Igreja de São Olavo que é um dos pontos de maior destaque na cidade e na paisagem. Infelizmente a igreja estava neste estado e pouco mais havia a fazer a não ser admirá-la pela sua grandeza.

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Celas de Prisão da KGB

Pelo caminho, ainda antes de voltarmos ao hostel, passamos pelas celas de prisão da KGB que actualmente funcionam como um museu para os mais curiosos. Já não tinhamos grandes planos e por isso decidimos arriscar a visita… O espaço é bem pequeno, fala da história dos presos inimigos do estado e da forma como eram interrogados antes de serem mortos ou serem mandados para campos de trabalho forçado. Apesar do tema ser interessante, acho que a visita é algo para ser deixado mais para o fim de qualquer roteiro tal como nós fizemos.

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À noite na cidade

Depois da visita às prisões já estávamos mesmo de rastos e então fomos para o hostel para descansar antes de irmos jantar. Quando voltamos a sair para o centro, fizemos um percurso idêntico aquele que já tinhamos feito durante o dia e acabamos sempre por ser surpreendidos.

Primeiro, ao chegar aos Portões de Viru, não ficamos indiferentes às floristas que estavam abertas desde manhã, ou melhor, desde sempre. Isto porque aqueles estabelecimento estão sempre abertos 24 horas por dia e parece que nunca faltam clientes.

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Com o cair da noite, a cidade ganhava uma luz incrível que a tornavam ainda mais bonita! Por esse motivo, sentimo-nos motivados para depois de jantar voltarmos a subir à colina de Toompea para admirar o centro histórico a partir dos miradouros. Talin continuava a surpreender pelos melhores motivos mas ao mesmo tempo nem tudo é perfeito e havia sempre contras a apontar… Não sei se era por ser domingo mas à noite a cidade parece ser muito parada e não fosse a excursão de mais de 50 portugueses que às tantas apanhamos no meio da rua e a nossa noite tinha sido um tédio… Este grupo de pessoas foi quase uma excepção de movimento que encontramos mas por isso já valeu a pena o nosso passeio nocturno.

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Dia 2, Uma fuga para a costa:

Ao segundo dia em Talin, pouco mais havia a fazer na cidade e por isso decidimos ir um pouco mais além do centro histórico. Para lá da muralha, existem lugares mais alternativos e modernos onde não existe tanto aquelas dinâmicas medievais. Ao mesmo tempo, não é por isso que deixa de ser uma área menos interessante.

Telliskivi Loomelinnak

(Cidade Criativa Telliskivi)

Este era o primeiro ponto mas antes passamos no Balti Jaama Turg, um mercado com todo o tipo de artigos, desde comida, peças de roupa ou produtos nacionais com um ambiente muito agradável

Só mais à frente é que iríamos encontrar a Telliskivi Loomelinnak, uma cidade criativa localizada num antigo complexo industrial composto por escritórios, estúdios, galerias de arte e vários restaurantes, entre outras coisas. Muito basicamente, Telliskivi está para Talin como o LX Factory está para Lisboa e o mais curioso é que ainda encontramos lá a representação de um esquilo da autoria do artista português Bordalo II.

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À medida que seguiamos em direcção ao mar, onde há uma cultura marítima muito própria e com bastante tradição, atravessamos o bairro de Kalamaja que emana um ambiente muito calmo e descontraído. Sendo esta área um dos principais pontos de abrigo aos trabalhadores do principal porto de pesca da cidade, destaca-se pelas suas casas coloridas em madeira que foram preservadas ao longo do tempo e são o símbolo da classe trabalhadora.

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Prisão Patarei

Ao chegar à costa queriamos visitar a Prisão Patarei, um dos pontos mais visitados do bairro de Kalamaja e de toda a periferia de Talin. Esta era uma das prisões usadas pelos nazis e soviéticos e o seu exterior é um pouco assustador. O edifício parece abandonado mas actualmente funciona como museu. Para nosso azar fomos logo tentar visitar o museu no dia em que estava fechado…

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Seaplane Harbour Lennusadam

Depois de todos os quilómetros que já tinhamos percorrido de manhã, podíamos pensar que toda a distância até à costa tinha sido em vão… No entanto, mesmo ao lado da prisão tinhamos o Seaplane Harbour Lennusadam, um museu marítimo que vale mais pelo seu exterior onde podemos observar alguns dos navios mais antigos que faziam as travessias entre outras cidades e eram usados para a pesca.

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Dessa forma terminamos a nossa estadia na capital da Estónia e ao fim do dia apanharmos um autocarro até ao próximo destino: Riga. Foi uma viagem de 4h30 através da companhia Lux Express, num dos autocarros mais confortáveis em que estive, com wi-fi, um ecrã por passageiro e ainda tinhamos direito a café ou a chocolate quente (sem qualquer custo).

Os dois dias que estivemos em Talin é que depende do objectivo de cada um… Além do centro histórico que se vê num dia, houve tempo para descobrir um lado mais moderno que passa ao lado do epicentro da cidade. Há até quem vá e volte directamente de Helsínquia no mesmo dia para visitar Talin (a viagem é de apenas duas horas de barco) e por outro lado, a Estónia é um país muito acessível financeiramente quando comparado com os Nórdicos, sendo por isso uma boa opção para os finlandeses virem às compras, sendo que o álcool por ser estrondosamente mais barato é um dos principais produtos exportados.

A passagem por Talin foi quase como voltar atrás no tempo e às histórias de encantar da infância. Embora já soubesse o que podia encontrar, nunca deixei de me surpreender por uma das cidades medievais mais preservadas e com mais identidade na Europa.

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Autor do projecto Num Postal, arquitecto de profissão, fotógrafo nas horas vagas e apaixonado por viagens. Criei o blog para que não me escape nada das minhas aventuras pelo mundo, para partilhar com os outros e para eu reviver cada uma destas experiências! Depois de viver uma temporada no Brasil, percebi que há todo um universo lá fora para descobrir e desde então nunca mais parei de ir à procura de lugares desconhecidos.

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